Com a chegada do verão, a paquera e as possíveis relações sexuais sem preservativos tendem a aumentar. Consequentemente, o risco de contrair uma doença se torna ainda maior. E uma desses riscos é a hepatite B, que também pode ser transmitida da mãe infectada para o filho, durante a gestação, por transfusão de sangue contaminado ou até mesmo pelo compartilhamento de material de higiene, a exemplo de alicates de unha, lâminas de barbear e escovas de dentes.

 

Geralmente, a hepatite B não apresenta sintomas, entretanto, os mais frequentes são cansaço, tontura, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, além da urina escura e fezes claras. Para diagnosticar a enfermidade, deve-se realizar um exame de sangue especifico. Já para prevenir a infecção do fígado, o paciente deve evitar contato com sangue infectado, não compartilhar objetos de higiene pessoal, usar preservativo nas relações, além de tomar a vacina contra a hepatite B.

 

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomenda a vacina para todas as faixas etárias. Pessoas acima de 16 anos devem receber três doses, respeitando o intervalo de um mês entre a primeira e a segunda, e mais cinco meses, entre a segunda e a terceira aplicação.

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