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	<title>Seimi - Imunização &#38; Infectologia</title>
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		<title>Secretaria de Sáude confirma surto de Hepatite A em Mangaratiba</title>
		<link>http://seimi.com.br/secretaria-de-saude-confirma-surto-de-hepatite-a-em-mangaratiba/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Seimi</dc:creator>
				<category><![CDATA[De Olho na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[O Seimi Informa]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção imunização]]></category>
		<category><![CDATA[vacina hepatite]]></category>

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		<description><![CDATA[Casos foram verificados em três bairros de Mangaratiba, na Costa Verde, litoral sul fluminense; segundo autoridades locais, ações já estão sendo promovidas para evitar mais contaminação
10 de maio de 2012 &#124; 12h 09
Um surto de hepatite A em três bairros de Mangaratiba (Ranchito, Nova Mangaratiba...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Casos foram verificados em três bairros de Mangaratiba, na Costa Verde, litoral sul fluminense; segundo autoridades locais, ações já estão sendo promovidas para evitar mais contaminação</p>
<p>10 de maio de 2012 | 12h 09</p>
<p>Um surto de hepatite A em três bairros de Mangaratiba (Ranchito, Nova Mangaratiba e Praia do Saco), na Costa Verde, litoral sul fluminense, foi confirmado pela Secretaria de Saúde. Técnicos da Subsecretaria de Vigilância em Saúde já estão na região promovendo ações de fiscalização e controle dos reservatórios de água e fontes alternativas (bicas, poços artesianos e carros-pipa) nas três localidades.</p>
<p>A prefeitura de Mangaratiba informou que está disponibilizando 15 mil litros de água mineral para as pessoas infectadas pela doença, além de distribuir pastilhas de cloro para serem aplicadas na água das escolas municipais e para a população aplicar nas caixas d’água.</p>
<p>De acordo com o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, Alexandre Chieppe, não há indicação para a vacinação contra a hepatite A em Mangaratiba, conforme prevê o Programa Nacional de Imunização e Nota Técnica emitida pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>“Até existe uma vacina específica contra o vírus causador da hepatite A. Mas esta vacina só é recomendada em situações específicas como de pessoas com outras doenças crônicas no fígado ou que fizeram transplante de medula óssea”, disse.</p>
<p>Segundo Chieppe, as ações recomendadas pela Secretaria de Saúde já estão sendo desenvolvidas, incluindo a identificação das possíveis fontes de contaminação e a adoção de medidas que visam a evitar a utilização dessas fontes pela população.</p>
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		<item>
		<title>Gripe A (H1N1) A recorrência de casos graves nos lembra a necessidade de manter a vacinação anual atualizada (Extra Online/RJ)</title>
		<link>http://seimi.com.br/gripe-a-h1n1/</link>
		<comments>http://seimi.com.br/gripe-a-h1n1/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 17:35:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Seimi</dc:creator>
				<category><![CDATA[De Olho na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[RIO - Calor, muito sol, praias lotadas, multidões nas ruas e vírus respiratórios. Normalmente associados às estações mais frias, em que as pessoas ficam confinadas em ambientes fechados, os vírus de gripe e resfriado no Rio viram no verão carioca um período ideal para se espalharem. Para enfrentar o calorão da cidade, as pessoas recorrem cada vez mais ao ar-condicionado, ficando tão ou mais confinadas quanto nas épocas mais frias. Além disso, o grande afluxo de turistas e as aglomerações (em festas como o carnaval e também em áreas públicas) facilitam a propagação. Mas não é só. Especialistas dizem que houve também uma mudança de estratégia dos vírus. Sua estrutura, mais frágil no calor, teria se adaptado às temperaturas maisaltas.



Os vírus respiratórios, principalmente dos grupos influenza, adenovírus, rinovírus e seus assemelhados, teriam se capacitado para agir em qualquer época, em todos os lugares, e têm a facilidade de viajar pelo ar a partir de saliva, tosse e espirros, contaminando também quem tem contato com superfícies contaminadas, como maçanetas. Para a gripe, existe a vacina, mas sua eficácia varia de 70% a 90% e a fórmula precisa ser alterada constantemente, para se adaptar às mudanças do vírus.



Esta mudança de comportamento ou sazonalidade dos vírus respiratórios, especialmente o da gripe, acende o sinal de alerta entre infectologistas. Há quem recomende inclusive que o Ministério da Saúde repense o período de vacinação, no caso da gripe. Uma sugestão é fazer calendários diferenciados por regiões e épocas do ano. A gripe afeta anualmente 600 milhões de pessoas de todas idades no mundo, sendo de 20% a 30% crianças. E se estima que ocorram entre três e cinco milhões decasos graves, com 250 mil a 500 mil óbitos. Nos Estados Unidos, os gastos diretos com internações, consultas e medicamentos contra a gripe chegam a US$ 2,2 bilhões. E, no Brasil, a Associação Brasileira de Imunizações afirma que a doença afeta de sete a 14 milhões de pessoas por ano.



- O influenza, com seus tipos A, B e C, o menos agressivo, circula o ano todo - atesta o virologista Fernando Couto Motta, do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, do Instituto Oswaldo Cruz, da Fiocruz.



O grupo do adenovírus, por sua vez, conta com mais de 40 tipos nocivos ao homem, e eles gostam de se instalar na garganta, desencadeando faringites e amigdalites, bem como nos pulmões. Também podem causar cistite e conjutivite. Já o rinovírus se subdivide em pelo menos cem tipos e é mais conhecido por causar o resfriado. Fora esses, estão em circulação o parainfluenza, associado à bronquiolite e à pneumonia; e o sincicial respiratório, que causa resfriado em adultos einflamação nos brônquios em bebês. Todos eles juntos formam um exército difícil de ser batido depois que invade as mucosas e as células.



- A maioria dos vírus tem um arranjo, uma estrutura proteica, que sofre em altas temperaturas. Mesmo assim, as diferentes famílias que atacam o sistema respiratório são capazes de circular, mantendo-se ao longo do ano nos nossos diferentes tipos de clima, o temperado, o tropical e o equatorial. Lembra aquele cartaz de bandido procurado? No vírus da gripe, você prende um e logo há outro pronto para lhe infectar. Por isso a vacina precisa ser modificada periodicamente - diz Couto Motta.



Também a médica Isabella Ballalai, diretora da Associação Brasileira de Imunizações (SBIm), diz que já não existe época segura para estar a salvo dos vírus respiratórios. O melhor é evitar ambiente fechados e aglomerações:



- Antes a gente só via catapora, doença também causada por vírus transmitido pelo ar, na primavera. Hoje ela ocorre o anointeiro. Isto certamente está associado à globalização; mas também a uma capacidade de adptação do próprio vírus.



Há quem não sofra tanto. Alguns não se contaminam facilmente ou reagem menos aos ataques, apresentando sintomas leves. Tudo depende da capacidade imunonata, ou seja, da defesa que o indivíduo tem, naturalmente. Em alguns casos, a pessoa se torna mais resistente porque teve contato com os vírus respiratórios em outras ocasiões e seu corpo formou uma memória contra novos ataques, explica Couto Motta. Com relação à gripe, as pessoas vacinadas frequentemente podem ficar mais fortalecidas. É como se o sistema imunológico fosse treinado periodicamente; e, assim, quando surpreendido, reagisse melhor.



O fato de ter sintomas leves não significa que se possa baixar a guarda. Se uma pessoa está infectada, contamina outras. Na gripe, o período de contágio varia de um a dois dias e dura até cinco dias após o início dos sintomas, tendo o seu auge nos segundo eterceiro dias após a formação do catarro. Além disso, os sintomas dos vírus respiratórios são parecidos, e confundem até médicos. Ignorá-los pode levar a complicações como pneumonia.



- Em qualquer doença respiratória, se a pessoa está tomando antitérmico e tem febre por mais de dois dias, deve ir ao médico, especialmente grávidas, bebês, crianças, idosos e doentes crônicos - alerta a médica Nancy Bellei, diretora e coordenadora do Setor de Viroses Respiratórias da Unifesp.



Esta recomendação é reforçada pelo infectologista Edimilson Migowski, diretor do Instituto de Pediatria da UFRJ. O Brasil está recebendo milhares de turistas do Hemisfério Norte, e agora é inverno lá. Aqui, no Norte e no Nordeste, a estação das chuvas (de dezembro a fevereiro) coincide com o maior número de casos de gripe.



- As pessoas que se vacinaram em 2011 já estão com níveis de anticorpos bem reduzidos e poderão adoecer, mesmo que o tipo de vírus em circulação em 2012 coincida com osvírus influenza que entraram na vacina em 2011 - diz o médico.



Ele lembra que, além das respiratórias, há outras viroses comuns no verão, relacionadas também à ingestão de água e alimentos contaminados. Como a gastroenterite, que pode ser causada por bactéria ou pelo norovírus, e leva a surtos em locais lotados, como piscinas públicas e regiões de praias.



Mesmo a gastroenterite (também causada por bactéria), que leva a perda de apetite, diarreias, cólicas e vômitos e pode parecer simples, precisa de atenção, diz o pesquisador Eduardo de Mello Volotão, assistente de pesquisa do Laboratório de Virologia Comparada. Em crianças, a vacinação contra o rotavírus e o aleitamento materno aumentam a proteção.



- Não apenas a água e os alimentos contaminado são fontes da doença; o gelo é um perigo. Esses germes são resistentes. E, antes de a pessoa manifestar sinais clínicos, já está contaminando outras. Não se pode tratar gastroenterite como um problema banal. Emcrianças, elas podem matar. É preciso procurar o médico com urgência. Fazer a reidratação com soro oral e manter alimentação ajudam - diz Volotão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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<p>RIO &#8211; Calor, muito sol, praias lotadas, multidões nas ruas e vírus respiratórios. Normalmente associados às estações mais frias, em que as pessoas ficam confinadas em ambientes fechados, os vírus de gripe e resfriado no Rio viram no verão carioca um período ideal para se espalharem. Para enfrentar o calorão da cidade, as pessoas recorrem cada vez mais ao ar-condicionado, ficando tão ou mais confinadas quanto nas épocas mais frias. Além disso, o grande afluxo de turistas e as aglomerações (em festas como o carnaval e também em áreas públicas) facilitam a propagação. Mas não é só. Especialistas dizem que houve também uma mudança de estratégia dos vírus. Sua estrutura, mais frágil no calor, teria se adaptado às temperaturas maisaltas.</p>
<p>Os vírus respiratórios, principalmente dos grupos influenza, adenovírus, rinovírus e seus assemelhados, teriam se capacitado para agir em qualquer época, em todos os lugares, e têm a facilidade de viajar pelo ar a partir de saliva, tosse e espirros, contaminando também quem tem contato com superfícies contaminadas, como maçanetas. Para a gripe, existe a vacina, mas sua eficácia varia de 70% a 90% e a fórmula precisa ser alterada constantemente, para se adaptar às mudanças do vírus.</p>
<p>Esta mudança de comportamento ou sazonalidade dos vírus respiratórios, especialmente o da gripe, acende o sinal de alerta entre infectologistas. Há quem recomende inclusive que o Ministério da Saúde repense o período de vacinação, no caso da gripe. Uma sugestão é fazer calendários diferenciados por regiões e épocas do ano. A gripe afeta anualmente 600 milhões de pessoas de todas idades no mundo, sendo de 20% a 30% crianças. E se estima que ocorram entre três e cinco milhões decasos graves, com 250 mil a 500 mil óbitos. Nos Estados Unidos, os gastos diretos com internações, consultas e medicamentos contra a gripe chegam a US$ 2,2 bilhões. E, no Brasil, a Associação Brasileira de Imunizações afirma que a doença afeta de sete a 14 milhões de pessoas por ano.</p>
<p>- O influenza, com seus tipos A, B e C, o menos agressivo, circula o ano todo &#8211; atesta o virologista Fernando Couto Motta, do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, do Instituto Oswaldo Cruz, da Fiocruz.</p>
<p>O grupo do adenovírus, por sua vez, conta com mais de 40 tipos nocivos ao homem, e eles gostam de se instalar na garganta, desencadeando faringites e amigdalites, bem como nos pulmões. Também podem causar cistite e conjutivite. Já o rinovírus se subdivide em pelo menos cem tipos e é mais conhecido por causar o resfriado. Fora esses, estão em circulação o parainfluenza, associado à bronquiolite e à pneumonia; e o sincicial respiratório, que causa resfriado em adultos einflamação nos brônquios em bebês. Todos eles juntos formam um exército difícil de ser batido depois que invade as mucosas e as células.</p>
<p>- A maioria dos vírus tem um arranjo, uma estrutura proteica, que sofre em altas temperaturas. Mesmo assim, as diferentes famílias que atacam o sistema respiratório são capazes de circular, mantendo-se ao longo do ano nos nossos diferentes tipos de clima, o temperado, o tropical e o equatorial. Lembra aquele cartaz de bandido procurado? No vírus da gripe, você prende um e logo há outro pronto para lhe infectar. Por isso a vacina precisa ser modificada periodicamente &#8211; diz Couto Motta.</p>
<p>Também a médica Isabella Ballalai, diretora da Associação Brasileira de Imunizações (SBIm), diz que já não existe época segura para estar a salvo dos vírus respiratórios. O melhor é evitar ambiente fechados e aglomerações:</p>
<p>- Antes a gente só via catapora, doença também causada por vírus transmitido pelo ar, na primavera. Hoje ela ocorre o anointeiro. Isto certamente está associado à globalização; mas também a uma capacidade de adptação do próprio vírus.</p>
<p>Há quem não sofra tanto. Alguns não se contaminam facilmente ou reagem menos aos ataques, apresentando sintomas leves. Tudo depende da capacidade imunonata, ou seja, da defesa que o indivíduo tem, naturalmente. Em alguns casos, a pessoa se torna mais resistente porque teve contato com os vírus respiratórios em outras ocasiões e seu corpo formou uma memória contra novos ataques, explica Couto Motta. Com relação à gripe, as pessoas vacinadas frequentemente podem ficar mais fortalecidas. É como se o sistema imunológico fosse treinado periodicamente; e, assim, quando surpreendido, reagisse melhor.</p>
<p>O fato de ter sintomas leves não significa que se possa baixar a guarda. Se uma pessoa está infectada, contamina outras. Na gripe, o período de contágio varia de um a dois dias e dura até cinco dias após o início dos sintomas, tendo o seu auge nos segundo eterceiro dias após a formação do catarro. Além disso, os sintomas dos vírus respiratórios são parecidos, e confundem até médicos. Ignorá-los pode levar a complicações como pneumonia.</p>
<p>- Em qualquer doença respiratória, se a pessoa está tomando antitérmico e tem febre por mais de dois dias, deve ir ao médico, especialmente grávidas, bebês, crianças, idosos e doentes crônicos &#8211; alerta a médica Nancy Bellei, diretora e coordenadora do Setor de Viroses Respiratórias da Unifesp.</p>
<p>Esta recomendação é reforçada pelo infectologista Edimilson Migowski, diretor do Instituto de Pediatria da UFRJ. O Brasil está recebendo milhares de turistas do Hemisfério Norte, e agora é inverno lá. Aqui, no Norte e no Nordeste, a estação das chuvas (de dezembro a fevereiro) coincide com o maior número de casos de gripe.</p>
<p>- As pessoas que se vacinaram em 2011 já estão com níveis de anticorpos bem reduzidos e poderão adoecer, mesmo que o tipo de vírus em circulação em 2012 coincida com osvírus influenza que entraram na vacina em 2011 &#8211; diz o médico.</p>
<p>Ele lembra que, além das respiratórias, há outras viroses comuns no verão, relacionadas também à ingestão de água e alimentos contaminados. Como a gastroenterite, que pode ser causada por bactéria ou pelo norovírus, e leva a surtos em locais lotados, como piscinas públicas e regiões de praias.</p>
<p>Mesmo a gastroenterite (também causada por bactéria), que leva a perda de apetite, diarreias, cólicas e vômitos e pode parecer simples, precisa de atenção, diz o pesquisador Eduardo de Mello Volotão, assistente de pesquisa do Laboratório de Virologia Comparada. Em crianças, a vacinação contra o rotavírus e o aleitamento materno aumentam a proteção.</p>
<p>- Não apenas a água e os alimentos contaminado são fontes da doença; o gelo é um perigo. Esses germes são resistentes. E, antes de a pessoa manifestar sinais clínicos, já está contaminando outras. Não se pode tratar gastroenterite como um problema banal. Emcrianças, elas podem matar. É preciso procurar o médico com urgência. Fazer a reidratação com soro oral e manter alimentação ajudam &#8211; diz Volotão.</p>
<p>Sábado, 10 de março de 2012</p>
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		<title>Vacinação do adulto: simplesmente essencial</title>
		<link>http://seimi.com.br/vacinacao-do-adulto-simplesmente-essencial-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 23:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Seimi</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Seimi Informa]]></category>
		<category><![CDATA[Imunização]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação de adultos]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista feita pela Sociedade Brasileira de Infectologia com a médica infectologista do Seimi Jacy Andrade
Quando se fala em vacinação, habitualmente se pensa na população infantil, porque culturalmente “vacinação é coisa de criança”. Portanto, orientar vacinação para adultos em geral não faz parte da abordagem rotineira...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista feita pela Sociedade Brasileira de Infectologia com a médica infectologista do Seimi Jacy Andrade</p>
<p>Quando se fala em vacinação, habitualmente se pensa na população infantil, porque culturalmente “vacinação é coisa de criança”. Portanto, orientar vacinação para adultos em geral não faz parte da abordagem rotineira da assistência à saúde nessa faixa etária. A maioria dos adultos não tem registro de vacinas em caderneta de vacinação. Isso acontece com as mulheres e também com os homens.</p>
<p>Existem muitas justificativas para se vacinar um adulto, entre elas podemos destacar: algumas vacinas não existiam quando os adultos de hoje eram crianças; alguns adultos não foram vacinados quando crianças; com a idade mais avançada nos tornamos vulneráveis a algumas doenças que podem ser prevenidas por vacinas, como a gripe e a pneumonia; quando a situação epidemiológica de uma doença indica a vacinação; e quando a situação de saúde da pessoa o torna mais vulnerável a doenças imunopreveníveis. Veja, a seguir, o que diz Jacy Andrade, professora associada de infectologia da Faculdade de Medicina da Bahia / Universidade Federal da Bahia (UFBA), membro da diretoria da SBIM e do Comitê de Imunização da Sociedade Brasileira de infectologia.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Um adulto pode utilizar diferentes vacinas no mesmo dia?</strong></p>
<p>Sim, se houver indicação. O uso simultâneo de várias vacinas no mesmo dia é uma prática rotineira e não faz aumentar os eventos adversos secundários a aplicação dessas múltiplas vacinas.</p>
<p><strong>Quando um adulto tem carteira de vacinação da época que era criança e agora decide se vacinar tem que recomeçar todo o esquema vacinal?</strong></p>
<p>Não. A “bagagem vacinal” do indivíduo sempre é valorizada e aproveitada. Se a pessoa tem documentação sobre esquemas vacinais realizados na infância isso ajuda muito. A orientação é completar os esquemas, avaliar necessidade de reforços, mas não recomeçar esquema de vacinação. O sistema imune do indivíduo guarda informações recebidas previamente e quando novamente estimulado essas informações são recrutadas e entram em ação para defender o indivíduo. Por essa razão sempre se aproveita doses anteriores de vacinas.</p>
<p><strong>Que situações críticas de saúde são importantes para vacinar um adulto?</strong></p>
<div id="_mcePaste">Existem muitas condições especiais de saúde que necessitam de uma atenção maior com a vacinação. Por exemplo, uma pessoa que seja cardiopata grave precisa ser orientada a se vacinar contra o vírus da gripe e contra o pneumococo, uma bactéria capaz de causar pneumonia. A cardiopatia desse indivíduo pode descompensar seriamente na presença de uma dessas condições &#8211; gripe e/ou pneumonia – daí a importância de vacinar nessa condição de saúde. Do mesmo modo, pessoas que têm pneumopatias, doenças metabólicas crônicas como diabetes mellitus, anemia falciforme, portadores de HIV/aids e outras condições de saúde precisam ser rotineiramente orientadas a atualizarem seu esquema de vacinação.</div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Onde um adulto pode atualizar seu esquema de vacinação?</strong></p>
<div id="_mcePaste">O governo brasileiro disponibiliza através do SUS vacinas que são importantes para o adulto, como tríplice viral, hepatite B, tétano e febre amarela. Contudo, algumas vacinas no serviço público têm limitação de indicação em função da idade, ou seja, o serviço público não contempla todas as vacinas em qualquer idade e/ou situação de saúde. No caso das pessoas com condições especiais de saúde o governo disponibiliza vacinas no serviço público através dos Centros de Referências para Imunobiológicos Especiais – CRIEs – que existem em todos os estados brasileiros. Para receber essas vacinas é preciso um relatório médico descrevendo a condição especial de saúde e no CRIE o indivíduo passa por uma triagem, sendo que as vacinas são liberadas de acordo com sua patologia. Outras vacinas que também são importantes para os adultos e ainda não estão disponíveis no serviço público como a vacina tríplice acelular do adulto (contra difteria, tétano e coqueluche); são disponibilizadas em clínicas privadas de imunização lembrando que essas clínicas devem funcionar de acordo com normas brasileiras específicas para clínicas de vacinação, que são determinadas pela ANVISA.</div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>A gestante deve tomar alguma vacina?</strong></p>
<div id="_mcePaste">A gestação é um período muito importante para se dar orientação sobre vacinas. Nessa situação as vacinas têm como objetivo proteger diretamente a mãe e também o recém-nascido, pois ao nascer o sistema imune da criança ainda não está preparado para se defender adequadamente. Se a mãe está vacinada, passa anticorpos para o seu concepto e dessa forma, ao nascer, a criança se defende, enquanto vai produzindo sua própria defesa à medida que vai se vacinando. Vacinar a gestante contra gripe, hepatite B e tétano é importante e faz parte do calendário vacinal oferecido no serviço público através do SUS.</div>
<div id="_mcePaste">Contudo, hoje uma grande preocupação é a coqueluche. Nossos adultos em geral estão desprotegidos contra coqueluche porque se vacinaram apenas quando crianças e como adultos desprotegidos funcionam como importante fonte de transmissão da bactéria que causa coqueluche para os recém-nascidos e crianças menores de 1 ano de idade. A vacina contra coqueluche para adulto, comercializada na forma de tríplice acelular (difteria, tétano e coqueluche), já foi liberada nos Estados Unidos para ser utilizada na gestante. No Brasil pode ser utilizada no pós-parto e antes da gravidez, não sendo ainda autorizada pela Anvisa sua utilização durante a gestação. Há outras vacinas inativadas que podem ser utilizadas na gestação na dependência da situação de risco da gestante.</div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Existem situações onde a ocupação do indivíduo leva a indicações especiais de vacinas?</strong></p>
<div id="_mcePaste">Há algumas situações em que a exposição ocupacional é importante, por exemplo, o profissional de saúde (PS). Todo PS deve ter seu esquema atualizado, pois corre risco de exposição quando exerce a função assistencial e também porque ele pode colocar em risco o paciente que atende ao transmitir alguma doença para a qual não esteja imune. Chamo atenção que todo PS tem direito a atualizar seu esquema vacinal nos CRIEs com vacinas contra varicela, hepatite B, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), tétano, gripe e outras na dependência da sua situação vacinal e de saúde. Pessoas que trabalham, por exemplo, em zoológicos e em captura de animais devem ser vacinadas contra raiva.</div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div><strong>A vacina contra HPV é indicada apenas para mulheres?</strong></div>
<div>O HPV (papilomavirus) é uma infecção sexualmente transmissível e a maioria das pessoas infectadas não desenvolvem sintomas. Hoje são disponíveis duas vacinas contra o HPV. Uma delas tem como foco principal a prevenção de câncer genital, principalmente câncer de colo do útero. Essa vacina é licenciada para ser utilizada em mulheres. É a vacina conhecida como HPV bivalente. Existe outra vacina, conhecida como HPV quadrivalente, que além de prevenir câncer genital, principalmente de colo do útero, também protege contra verruga genital, sendo indicada e licenciada tanto para mulheres quanto para homens. Ambas as vacinas são excelentes na prevenção do câncer cervical, mas não substituem a triagem que deve ser realizada anualmente em mulheres com vida sexual ativa, através do teste de Papanicolau, para detecção precoce de lesões pré-cancerosas.</div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Em relação à vacina contra a bactéria meningococo ela deve ser utilizada pelos adultos?</strong></p>
<div id="_mcePaste">Adultos que vivem em áreas de risco, devem se vacinar. Na dependência da área, podemos ter predomínio de diferentes sorogrupos de meningococo. Por essa razão, a pessoa deve ser orientada adequadamente. Hoje existem duas vacinas conjugadas contra meningococo disponíveis. Uma monovalente, contra meningococo C e outra quadrivalente contra os sorogrupos A, C, W135 e Y. No serviço público existe apenas a monovalente. Em breve teremos outra vacina específica para o sorogrupo B.</div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Existe alguma forma de se melhorar o panorama de vacinação do adulto?</strong></p>
<div id="_mcePaste">Sim, tornando rotineira a abordagem sobre vacinação em todas as situações de assistência à saúde. Primeiro avaliar a condição vacinal do adulto levando em consideração se esse adulto é hígido ou é uma pessoa portadora de alguma condição de saúde que cause imunodepressão (doenças ou uso de medicações). Avaliar risco profissional de exposição ou risco temporário em função de alguma viagem (vacinação do viajante), dessa forma priorizando vacinas de acordo com o risco de exposição atual. Lembrar que muitas vezes é preciso flexibilizar o esquema vacinal em função da aceitação, sobretudo quando lidamos com adolescentes. Essa abordagem deve ser feita rotineiramente, no caso dos médicos, nos acompanhamentos ambulatoriais de diferentes especialidades, lembrando que o trabalho interdisciplinar é fundamental para melhor assegurar uma imunização adequada. A imunização também necessita ser mais divulgada no meio acadêmico, para que os estudantes da área de saúde possam se familiarizar com a diversidade de indicações das vacinas e dessa forma beneficiar a população com medidas preventivas que sabidamente trazem resultados positivos. Vacinação não é privilégio da criança, ela passeia do recém-nascido ao idoso.</div>
<div></div>
<div>Fonte: <a href="http://www.infectologia.org.br/default.asp?site_Acao=mostraPagina&amp;paginaId=134&amp;mNoti_Acao=mostraNoticia&amp;noticiaId=26464" target="_blank">SBI</a></div>
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		<item>
		<title>Seimi disponibiliza nova vacina quadrivalente contra a bactéria meningococo</title>
		<link>http://seimi.com.br/seimi-disponibiliza-nova-vacina-contra-a-bacteria-meningococo/</link>
		<comments>http://seimi.com.br/seimi-disponibiliza-nova-vacina-contra-a-bacteria-meningococo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 17:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Seimi</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Seimi Informa]]></category>
		<category><![CDATA[Imunização]]></category>
		<category><![CDATA[menigococo c]]></category>
		<category><![CDATA[vacina meningite]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seimi.com.br/?p=678</guid>
		<description><![CDATA[O Seimi já dispõe da vacina quadrivalente contra a bactéria meningococo dos sorogrupos A, C, W-135 e Y, que se chama MENVEO.
Na Bahia e região Nordeste o meningococo tipo C é o que mais frequentemente causa doença meningocócica. Contudo em outras regiões da América do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Seimi já dispõe da vacina quadrivalente contra a bactéria meningococo dos sorogrupos A, C, W-135 e Y, que se chama MENVEO.</p>
<p>Na Bahia e região Nordeste o meningococo tipo C é o que mais frequentemente causa doença meningocócica. Contudo em outras regiões da América do Sul e mesmo no Brasil, outros sorogrupos vêm aumentando progressivamente a sua frequência, em especial o sorogupo W-135.</p>
<p>Essa vacina pode ser utilizada em pessoas a partir de 11 anos de idade, sobretudo naqueles adolescentes e adultos que viajam para outras áreas do Brasil e para o exterior.</p>
<p>É uma vacina segura e como a vacina monovalente contra o sorogrupo C, os eventos adversos mais comuns são dor, calor e vermelhidão no local da aplicação. Menos frequentemente também pode ocorrer febre, mal estar, cefaleia (dor de cabeça).</p>
<p>A Anvisa liberou inicialmente a vacina para pessoas acima de 11 anos de idade, podendo ser administrada simultaneamente com outras vacinas do calendário do adolescente e do adulto como HPV e dTaP (tríplice acelular adulto – inclui coqueluche para adulto).</p>
<p><strong>Informe elaborado pela equipe de infectologistas do Seimi.</strong></p>
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		<title>Alerta sobre vacina contra Meningococo C</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 14:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Seimi</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Seimi Informa]]></category>
		<category><![CDATA[Meningite Meningocócica]]></category>
		<category><![CDATA[meningococo c]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos realizados principalmente no Reino Unido têm mostrado uma queda no nível de anticorpos protetores contra o Meningococo C após 05 anos da utilização da vacina.
 Por este motivo a Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda o uso de outra dose da vacina após 05 anos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudos realizados principalmente no Reino Unido têm mostrado uma queda no nível de anticorpos protetores contra o Meningococo C após 05 anos da utilização da vacina.<br />
 Por este motivo a Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda o uso de outra dose da vacina após 05 anos da primeira em pessoas que moram em áreas de risco para doença Meningocócica.</p>
<p><strong>O Meningococo C é a bactéria causadora da meningite C ou meningite menigocócica.</strong></p>
<p>Alerta produzido pela equipe de infectologia do SEIMI</p>
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		<title>Dobram os casos de coqueluche no País</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 14:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Seimi</dc:creator>
				<category><![CDATA[De Olho na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[coqueluche]]></category>
		<category><![CDATA[Imunização]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>

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NOTA DO SEIMI
 O calendário vacinal da rede pública de  saúde no  Brasil não  inclui os reforços da vacina contra a coqueluche para  adolescentes e  adultos &#8211; que também estão sob risco de contrair a doença.
Por isto, é muito ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="background-color: #3399ff; width: 599px; height: 91px;" border="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td style="background-color: #ffff33;" align="center">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>NOTA DO SEIMI</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">O calendário vacinal da rede pública de  saúde no  Brasil não  inclui os reforços da vacina contra a coqueluche para  adolescentes e  adultos &#8211; que também estão sob risco de contrair a doença.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Por isto, é muito  importante realizar a  imunização em uma  clínica de sua confiança, e  buscar atendimento com  um médico Infectologista caso  apresente os sintomas da doença. O Seimi é  uma<a href="http://www.sbim.org.br/clinicas.htm"> clínica acreditada pela Associação Brasileira de Imunizações – Sbim </a>- e oferece a vacinação contra Coqueluche para todas as idades.</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><span style="font-size: small;">O número de casos de coqueluche registrados no País dobrou em  relação ao ano passado &#8211; passou de 291 pacientes confirmados para 583. O  secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas  Barbosa, explica que o Brasil está longe de um surto.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Mas  ressalta que o aumento de registros da doença serve de alerta para a  importância da vacinação de crianças, que devem receber doses da vacina  Tetravalente (difteria, tétano, coqueluche e meningite) aos dois, quatro  e seis meses de vida, com dois reforços na infância.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo  Barbosa, o crescimento de casos ocorre pelo que se chama de &#8220;acúmulo de  suscetíveis&#8221;. A estimativa é de que, a cada ano, cerca de 5% das  crianças não sejam imunizadas &#8211; ou por não terem tomado a vacina ou por  algum problema no seu sistema imunológico.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Nos anos de  1980, registrávamos 80 mil casos por ano. Com as campanhas de vacinação,  esse número caiu para 15 mil na década de 1990. Nos anos 2000 o número  de casos foi estabilizado, mas a cada cinco anos temos um acúmulo de  suscetíveis e os registros crescem&#8221;, afirmou. &#8220;Isso serve de alerta para  que os pais continuem vacinando suas crianças&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">O  ressurgimento da coqueluche será um dos destaques da 13.ª Jornada de  Imunizações, que reunirá especialistas em São Paulo, em outubro.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Há  uma preocupação maior com as crianças menores de 2 meses, que ainda não  foram imunizadas. É preciso garantir que as crianças recebam as doses  no momento certo e melhorar a vigilância epidemiológica, para que os  casos da doença sejam identificados&#8221;, afirma a infectologista Isabella  Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunização, seção Rio de  Janeiro (SBIm-RJ).</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Dados da Secretaria Municipal de Saúde  de São Paulo mostram que as cinco crianças que morreram na cidade, até  17 de agosto, tinham menos de um ano de idade; e 70% dos casos  confirmados da doença eram de bebês com menos de seis meses (quando as  três doses da vacina ainda não foram ministradas).</span></p>
<p><span style="font-size: small;">A  secretaria emitiu um alerta epidemiológico por conta do aumento de cerca  de 40% do registro de coqueluche em relação a 2010. Em 75% dos casos de  coqueluche em bebês, o transmissor da bactéria vive na mesma casa da  criança. Isso ocorre porque a vacina garante a imunização por cinco a  dez anos.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">O adulto volta a ficar suscetível, contrai a  doença, mas os sintomas são mais brandos. &#8220;A literatura mostra que de 20  a 25% das tosses com mais de 14 dias são coqueluche. Mas o médico não  pensa nisso. Considera um problema resolvido e trata como alergia&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/09/23/dobram-os-casos-de-coqueluche-no-pais.jhtm">Uol Notícias</a></span></p>
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		<title>Surto recente de meningite alerta para importância de manter a vacinação em dia</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 13:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Seimi</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Seimi Informa]]></category>
		<category><![CDATA[infectologia]]></category>
		<category><![CDATA[Meningite]]></category>
		<category><![CDATA[meningococo c]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>

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		<description><![CDATA[O recente surto de meningite no Complexo de Costa do Sauípe, litoral Norte da Bahia, serviu como um alerta para a importância de manter o calendário vacinal atualizado e de buscar um infectologista de confiança ao surgirem os primeiros da doença. Informações das autoridades de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O recente surto de meningite no Complexo de Costa do Sauípe, litoral Norte da Bahia, serviu como um alerta para a importância de manter o calendário vacinal atualizado e de buscar um infectologista de confiança ao surgirem os primeiros da doença. Informações das autoridades de saúde pública no estado confirmam que o surto já está controlado, mas o episódio evidencia que a bactéria causadora da meningite C está circulando por meio de portadores &#8211; pessoas que não desenvolvem a doença mas são responsáveis pela transmissão e podem contribuir para a ocorrência de novos surtos.</p>
<p>Neste momento, é muito importante revisar o calendário vacinal para verificar a imunização contra o Meningococo C, bactéria causadora da meningite. A vacinação é uma importante ferramenta de proteção, pois atua também na erradicação do estado de portador da bactéria. As unidades do Seimi de Vilas do Atlântico e Itaigara dispõem da vacina contra o Meningococo C, e dos serviços de vacinação em empresas, para grupos e a domicílio, em Salvador e outras localidades.</p>
<p>A equipe de médicos infectologistas do Seimi é qualificada para atender pacientes com sintomas da infecção, identificar os casos de meningite e indicar o tratamento adequado. Se apresentar sintomas suspeitos de meningite, não espere, busque atendimento com um infectologista. A equipe do Seimi está disponível, ainda, para avaliar o calendário vacinal e indicar o uso apropriado da imunização para cada pessoa.</p>
<p><strong>Mais sobre a meningite</strong></p>
<p>A meningite é uma doença grave, que ocasiona a inflamação da membrana que reveste o cérebro. Tem, entre seus sintomas, febre alta e persistente, dor de cabeça forte e constante, náuseas e vômitos em jato, rigidez de nuca ou dor no pescoço. A meningite C é particularmente perigosa, porque os pacientes contaminados podem ir a óbito poucas horas após manifestação dos primeiros sintomas. Mesmo assim, os sintomas iniciais da infecção podem se assemelhar aos sintomas de gripe. Por isto, é importante que a doença seja diagnosticada e tratada com brevidade.</p>
<p><strong>Consulte a área de atendimento do Seimi e planos para vacinação em empresas e grupos através do telefone (71) 3352-8233</strong></p>
<p>Leia também:</p>
<p><a href="../nao-coloque-sua-saude-em-risco-vacine-se-apenas-em-clinicas-licenciadas/" target="_blank">Não coloque sua saúde em risco: vacine-se apenas em clínicas licenciadas</a></p>
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		<title>Cientistas anunciam resultados promissores em vacina contra a malária</title>
		<link>http://seimi.com.br/cientistas-anunciam-resultados-promissores-em-vacina-contra-a-malaria/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 01:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Seimi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma vacina experimental contra a malária teve um desempenho promissor em crianças africanas, segundo os resultados preliminares de um teste clínico divulgados nesta quarta-feira nos Estados Unidos. &#8220;Os resultados deste estudo preliminar (em fase 1) em Burkina Faso são muito animadores&#8221;, disse Louis Miller, ex-chefe...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vacina experimental contra a malária teve um desempenho promissor em crianças africanas, segundo os resultados preliminares de um teste clínico divulgados nesta quarta-feira nos Estados Unidos. &#8220;Os resultados deste estudo preliminar (em fase 1) em Burkina Faso são muito animadores&#8221;, disse Louis Miller, ex-chefe de desenvolvimento de vacinas contra a malária dos Institutos Nacionais de Saúde (NHI, na sigla em inglês) americanos.</p>
<p>Os resultados iniciais demonstraram um efeito protetor significativo contra a malária durante o período de acompanhamento, mas devem ser feitos estudos clínicos mais amplos para confirmar a eficácia desta vacina em potencial, denominada MSP3, afirmaram os especialistas.</p>
<p><strong>O estudo</strong><br />
O teste clínico de fase 1, cujos dados serão publicados na edição desta quinta-feira da revista <em>New England Journal of Medicine</em>, foi aplicado em 45 crianças de 12 a 24 meses divididos em três grupos. O primeiro recebeu uma dose de 15 microgramas da vacina MSP3; o segundo, uma dose de 30 microgramas, e o grupo de controle, uma vacina contra a hepatite B.</p>
<p>A incidência de malária foi de três a quatro vezes menor nas crianças imunizadas com a vacina do que naquelas que receberam a da hepatite B. Os médicos que realizaram este teste clínico constataram nos dois grupos vacinados com diferentes doses uma semelhança, tanto nos anticorpos gerados pelo organismo quanto na proteção observada.</p>
<p><strong>A doença</strong><br />
A malária é uma doença devastadora, causadora de 800 mil mortes registradas em 2009 na África subsaariana &#8211; a maioria, crianças menores de cinco anos -, apesar dos avanços feitos para combatê-la nos últimos anos. A infecção é causada pelo parasita <em>Plasmodium falciparum</em>, transmitido por fêmeas do mosquito Anopheles.</p>
<p>A complexidade deste parasita variável explica porque é tão difícil desenvolver uma vacina suficientemente eficaz para evitar a doença, explicaram os cientistas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5349618-EI8147,00-Cientistas+anunciam+resultados+promissores+em+vacina+contra+a+malaria.html" target="_blank">Terra</a></p>
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		<title>Hotsite dá dicas para viajantes de navios de cruzeiro</title>
		<link>http://seimi.com.br/hotsite-da-dicas-para-viajantes-de-navios-de-cruzeiro/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 23:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Seimi</dc:creator>
				<category><![CDATA[De Olho na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[cruzeiros]]></category>
		<category><![CDATA[infectologia]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>

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		<description><![CDATA[No mês de outubro, começa a temporada de navios de cruzeiro no Brasil. Você viajante já está preparado para a viagem? Sabe quais cuidados deve tomar para evitar problemas de saúde durante o passeio?
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou, na última quarta-feira (14/9),...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mês de outubro, começa a temporada de navios de cruzeiro no Brasil. Você viajante já está preparado para a viagem? Sabe quais cuidados deve tomar para evitar problemas de saúde durante o passeio?</p>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou, na última quarta-feira (14/9), um <em>hotsite </em>com dicas de saúde para pessoas que desejam fazer viagens de navios de cruzeiro. O lançamento ocorreu durante o “Encontro Anual de Avaliação da Temporada de Navios de Cruzeiro 2010/2011”, no Rio de Janeiro (RJ).</p>
<p>“Como a temporada de navios de cruzeiro começa em outubro, é importante que a população consulte o <em>hotsite</em> para conhecer medidas que podem evitar contaminações por doenças durante a viagem”, afirma o diretor da Anvisa Agenor Álvares. Além de dicas para os viajantes, o <em>hotsite</em> traz informações sobre o papel da Anvisa no controle sanitário de portos e os resultados das inspeções nos navios de cruzeiro.</p>
<p><strong>Dicas</strong></p>
<p>Dados da última temporada apontam a diarreia como principal doença que acomete viajantes de cruzeiros, representando 38% das notificações.  “Sabemos que a diarreia é causada, principalmente, pela ingestão de alimentos ou água contaminados, por isso é preciso que os viajantes estejam atentos à qualidade daquilo que ingerem”, diz Álvares.</p>
<p>Para esses casos, o <em>hotsite</em> indica medidas simples, como lavar as mãos com água e sabão ou solução anti-sépitca, ingerir água tratada acondicionada em embalagens lacradas e evitar a adição de gelos de procedência desconhecida às bebidas. “Também é preciso evitar o consumo de frutos do mar crus, leites e derivados crus, preparações culinárias que contenham ovos crus e frutas e verduras com cascas danificadas”, explica o diretor da Anvisa.</p>
<p>No caso de doenças transmitidas por mosquitos e carrapatos, a dica é utilizar roupas que protejam contra picadas de insetos, como camisas de mangas compridas, calças e sapatos fechados e a aplicação de repelentes nas áreas expostas. “O viajante também deve dar preferência a locais de hospedagem com ar-condicionado e que utilizem telas de proteção nas janelas ou mosquiteiro sobre a cama”, orienta o diretor da Anvisa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/imprensa/!ut/p/c5/rY_NUoNAEISfxRdgZmH5OwLCsgi7IS4R9kJhylgkkqBlhYSnN3pPvKT7ON31TYOGi_fdsX_vvvvDvvuAGrTTRixIqZsjohNGyJktHLuUyHwKL1AjbZ-355HPu3m5ncu5qPCkvvhU5PEk1JqI3eesYnpS1SjFo16IypZC8TMWPlklZRywRoeCP1xYzVUWSvPfT_SNxF__945XFCCI9DC8QQPabVfM9NInRpBlbog8VmkiMbGyhQvqjotvsmx6V1YGun8djGk9GGggtUzLtijxCXU94lEKdQTjcMydpSc2YlP8AIj060o!/dl3/d3/L2dBISEvZ0FBIS9nQSEh/?pcid=645d3b804857532f9cd5bca37e3ce220" target="_blank">Anvisa</a></p>
<p><a href="A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou, na última quarta-feira (14/9), um hotsite com dicas de saúde para pessoas que desejam fazer viagens de navios de cruzeiro. O lançamento ocorreu durante o “Encontro Anual de Avaliação da Temporada de Navios de Cruzeiro 2010/2011”, no Rio de Janeiro (RJ). “Como a temporada de navios de cruzeiro começa em outubro, é importante que a população consulte o hotsite para conhecer medidas que podem evitar contaminações por doenças durante a viagem”, afirma o diretor da Anvisa Agenor Álvares. Além de dicas para os viajantes, o hotsite traz informações sobre o papel da Anvisa no controle sanitário de portos e os resultados das inspeções nos navios de cruzeiro. Dicas Dados da última temporada apontam a diarreia como principal doença que acomete viajantes de cruzeiros, representando 38% das notificações.  “Sabemos que a diarreia é causada, principalmente, pela ingestão de alimentos ou água contaminados, por isso é preciso que os viajantes estejam atentos à qualidade daquilo que ingerem”, diz Álvares. Para esses casos, o hotsite indica medidas simples, como lavar as mãos com água e sabão ou solução anti-sépitca, ingerir água tratada acondicionada em embalagens lacradas e evitar a adição de gelos de procedência desconhecida às bebidas. “Também é preciso evitar o consumo de frutos do mar crus, leites e derivados crus, preparações culinárias que contenham ovos crus e frutas e verduras com cascas danificadas”, explica o diretor da Anvisa No caso de doenças transmitidas por mosquitos e carrapatos, a dica é utilizar roupas que protejam contra picadas de insetos, como camisas de mangas compridas, calças e sapatos fechados e a aplicação de repelentes nas áreas expostas. “O viajante também deve dar preferência a locais de hospedagem com ar-condicionado e que utilizem telas de proteção nas janelas ou mosquiteiro sobre a cama”, orienta o diretor da Anvisa " target="_blank">Clique aqui e continue lendo no site da Anvisa</a></p>
<p><a href="http://www.anvisa.gov.br/hotsite/cruzeiros/index.html" target="_blank">Clique aqui e confira o Hotsite</a></p>
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		<title>Bahia já registrou mais de 2 mil casos de Catapora em 2011. Vacine-se e fique protegido!</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 00:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Seimi</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Seimi Informa]]></category>
		<category><![CDATA[boletim epidemiológico]]></category>
		<category><![CDATA[catapora]]></category>
		<category><![CDATA[Imunização]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<category><![CDATA[varicela]]></category>

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		<description><![CDATA[O Boletim Epidemiológico da Varicela do mês de agosto, divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, revela que este ano já foram notificados 2052 casos da doença no estado. Mais conhecida como catapora, a infecção é causada por um vírus, extremamente contagiosa e transmissível...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Boletim Epidemiológico da Varicela do mês de agosto, divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, revela que este ano já foram notificados 2052 casos da doença no estado. Mais conhecida como catapora, a infecção é causada por um vírus, extremamente contagiosa e transmissível através de contato com pessoas doentes. Até o momento, Salvador, em conjunto com 15 municípios vizinhos, teve a maior concentração de casos – foram 605 notificações de varicela na região, quase 34% do total na Bahia. A faixa etária mais atingida no estado, em 29% dos casos, é de crianças de 1 a 4 anos.</p>
<p>Caracterizada por febre, mal-estar e erupções cutâneas vesiculares em todo o corpo, a cataporanormalmente ocorre na infância, mas recém-nascidos prematuros, gestantes, adolescentes e adultos, podem desenvolver uma forma mais grave da doença. O maior risco é para pessoas com a imunidade comprometida, que podem ter o sistema nervoso central atingido pelo vírus. A doença pode ser prevenida através da vacina, que não é oferecida pela rede pública de saúde no país.  A proteção total conferida pela vacina é estimada em 80 a 90% dos casos, sendo de 100% para as formas graves da doença.</p>
<p>Para se vacinar ou vacinar familiares contra a catapora, ou fazer uma consulta com um médico infectologista, procure a unidade mais próxima do SEIMI.</p>
<p>Veja também:</p>
<p><span style="font-family: Tahoma;"><a href="http://seimi.com.br/casos-de-catapora-aumentam-na-primavera-proteja-se-atraves-da-vacinacao/" target="_blank">Casos de catapora aumentam na primavera: proteja-se através da vacinação</a></span></p>
<p><a href="http://seimi.com.br/nao-coloque-sua-saude-em-risco-vacine-se-apenas-em-clinicas-licenciadas/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Não coloque sua saúde em risco: vacine-se apenas em clínicas licenciadas</span></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://seimi.com.br/bahia-ja-registrou-mais-de-2-mil-casos-de-catapora-em-2011-vacine-se-e-fique-protegido/feed/</wfw:commentRss>
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