Em boletim divulgado nesta terça-feira (02 de agosto), a Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Suvisa/Sesab) relata a notificação de 107 casos de Coqueluche no estado, neste ano, sendo 35,58% deles confirmados e 41% ainda sem diagnóstico laboratorial.

Fotomicrografia da bactéria Bordetella pertussis, causadora da Coqueluche (Fonte: CES)

No mesmo período do ano passado, foram apenas 8 casos confirmados.

A situação serve como alerta para a importância de se prevenir, e uma das medidas mais eficientes para isto é a manter a imunização em dia através do reforço da vacinação dos adultos. Até há alguns anos atrás, a vacina para Coqueluche só era disponível para crianças, mas atualmente os adultos também podem se prevenir, e obter o reforço da imunização feita na infância.

 

A Coqueluche é uma doença infecciosa e contagiosa que compromete o sistema respiratório, e se manifesta principalmente por acessos de tosse seca. O principal motivo para a permanente circulação da bactéria Bordetella pertussis, que causa a Coqueluche, é a queda na imunidade de cinco a dez anos após a vacinação, deixando adolescentes e adultos suscetíveis à doença. A vacina é normalmente aplicada em crianças menores de um ano e em reforços vacinais até os 14 anos, mas deveria ser reforçada a cada 10 anos para ajudar a garantir a proteção.
Contudo, o calendário vacinal da rede pública de saúde no Brasil não inclui os reforços desta vacina para adolescentes e adultos. Por isto, é muito importante realizar a imunização em uma clínica de sua confiança, e buscar atendimento com um médico Infectologista caso apresente os sintomas da doença. O Seimi é uma clínica acreditada pela Associação Brasileira de Imunizações – Sbim – e oferece a vacinação contra Coqueluche para todas as idades.
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